Da iniciativa. 

Talvez a autora desse blog seja uma atriz literária enrustida, dado o fato de ter criado (e matado), sucessivamente, vários blogs desde junho de 2006. Isso talvez venha a atenuar, mais ainda, a linha que separa o lado artístico do patológico na personalidade amandesca.

Por fora, outro talvez que poderá ocorrer é que ninguém suspeite que Amanda Osti da Silva tivesse parte nos confábulos de Poulain, pois sempre mostrou-se extrovertida demais, mandona demais, decidida demais, prática demais. E pervertida demais, diga-se de passagem. Digamos que sustentar uma dupla personalidade é sempre bom.

A personagem da vez cansou de ser Joana, a louca de Flandres. Cansou se ser sentimental, cansou de ser uma descoladinha vintage e boêmia. Mas, acima de tudo, cansou de ser Amelie. Dando férias para a bendita, o que sobrou? Talvez uns discos na prateleira, uns rabiscos antigos, outras tantas roupas e muita, muita futilidade para ser passada a limpo.

Da blogueira. 

Amanda Osti da Silva, 21 anos, é moradora da insólita capital do Estado de São Paulo. Adora literatura, música, moda, fotografia, picuinhas e afins. Sofre com o trânsito todos os dias, diverte-se com os amigos em vários deles, estuda letras pela Universidade de São Paulo já em poucos deles. Tenta terminar as matérias de alemão da sua habilitação em língua estrangeira (já o português, graças a Deus, está concluído e muito bem concluído) e dá aulas particulares do idioma que não é mais de Camões. Já trabalhou no Projeto Autobahn, possuindo algumas conflitantes colaborações no site da balada. Atualmente procura colocar sua vida em ordem, já que pensa em largar essa vida bandida e ser uma pessoa fofa, de família, incorporada aos estereótipos e não afeita à índole revolucionária fefelechiana, já que nem só de idéias vive uma pessoa.

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